Terça-feira, Novembro 23, 2004
O ADMIRÁVEL MUNDO DA MODA!!!
Depois de uma frustrada volta pelos centros comercias e lojas de marca, cheguei à brilhante conclusão que estou fora de moda. Ou então é a moda que está fora das lojas; ainda não percebi bem... mas isto preocupa-me e deixa-me fora de mim! A moda é um fenómeno estranho e um tanto ou quanto absurdo, afinal de contas são meia dúzia de figuras com aspecto crítico e gay que ditam a moda como quem dita as cartas! Parece-me que são iluminados por algo divino e decidem este verão a moda será assim, este inverno será assado... então e as roupinhas que comprei o ano passado?? Já não servem para este ano? Pois bem, eles ditam as regras e não têm o menor respeito pelas comprinhas que fizemos o ano passado! Eles ditam sobre tecidos, linhas, texturas, tendências e outros aspectos do assunto, e nós mulheres ( sim, serão poucos os homens que vêem estes programitas de moda da TV, pelo menos não pelas mesmas razões que nós....) absorvemos todas as informações como um rebanho e perdemos todo o nosso gosto próprio! Às vezes dou por mim a admirar uns sapatos que há um ano achava absurdos e ridículos e a usar franginha que há um ano achava completamente piroso.
Por vezes aparece alguém que diz: a moda somos nós que a criamos, vestimo-nos como queremos e será a nossa moda! Claro, depois olhamos a criatura da cabeça aos pés e vemos que está exactamente igual ao boneco que vimos na montra da massimo dutti. Teorias... Os anos vão passando e nós vamos crescendo, todos os anos quando me olho ao espelho vejo uma pessoa diferente, ou é o ano da franja, ou é o ano da mini-saia, ou é o ano da calcita elástica, ou é o ano dos all star, ou é o ano das meias à pipi das meias altas, ou é o ano das nuances, ou é o ano das unhas à francesa, ou é o ano das socas, dos casacos de penas (verdade seja dita que parecia uma bola de penas no meio daquilo!), e claro as belas calcitas que ainda hoje se vendem naquela rua do rossio que sempre que lá passo está apenhada de gente, etc, etc,etc. E este ano é do quê? Dos ténis DKNY, sim porque a malta cresce, arranja guito e gasta logo em cenas de marca....se uns têm os outros também têm de ter... Este ano... é igual a muitos outros, apenas difere nos tecidos, nas texturas, e ligeiramente nas cores, porque a imagem de marca das raparigas de hoje em dia tem como referência a BERSKA, ZARA e PULL &BEAR ( porra pra quê comprar cenas de 50 euros na massimo se temos a 10 na berska?) Além do mais para o ano além de não se usarem as mesmas coisas, a pessoa também engorda, quer dizer desfigura-se a merda toda! Já agora alguma vez se imaginaram em algumas daquelas roupas que se vê passar nas passerelles? Eu às vezes nem sei que é aquilo.... mas se alguma vez saísse à rua naquela figura...coitadinha de mim era gozada para o resto da vida! Outra coisa, bastante importante também, porque é que as meninas que andam nas passerelles são magérrimas? Porque é que defeniram que 86-60-86 é que são as medidas da moda? Sim porque essas, parece-me que nunca foram alteradas.... tristeza a nossa, meninas....essas medidas de moda é que deviam mudar todos os anos e sempre a subir....!!!! Bem, não sei se ando na moda, não sei o que é a moda, e há modas que me irritam, visto-me como gosto e como me sinto bem e isso é o essencial por isso digam comigo bem alto: METAM A MERDA DA MODA NO CU!! Beijinhos, Persila |
Quinta-feira, Novembro 04, 2004
Mais uma vez uma coisa que li....
Pois é, esta nódoa não tem imaginação nenhuma, mas vendo do lado positivo : pelo menos estou atenta à imaginação dos outros:
"... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."
Espero que sintam o mesmo que eu quando li este texto...
Beijos e Abraços
Ariel
"... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."
Espero que sintam o mesmo que eu quando li este texto...
Beijos e Abraços
Ariel